Contabilidade Martinelli

TRATAMENTO FISCAL DE BONIFICAÇÕES E BRINDES. O QUE DIZ A LEGISLAÇÃO

                Empresas que desejam utilizar estratégias comerciais como bonificações ou o oferecimento de brindes devem ter atenção redobrada com os reflexos fiscais dessas ações. Apesar de serem práticas comuns para atrair ou fidelizar clientes, erros na tributação podem resultar em glosas de créditos, autuações fiscais e recolhimento indevido de tributos.

                Conceitos Distintos: Bonificação x Brinde

                Embora muitas vezes confundidos, bonificações e brindes têm naturezas jurídicas e fiscais diferentes:

                Bonificação em mercadoria: ocorre quando uma empresa entrega um produto adicional ao cliente sem custo, geralmente da mesma natureza da venda principal (exemplo: “compre 10 e leve 12”). Trata-se de uma operação mercantil, ainda que gratuita.

                Brinde: é o bem oferecido sem vínculo direto com a mercadoria vendida, geralmente de pequeno valor (como copos, chaveiros, etc.). É caracterizado como operação de marketing ou promoção comercial.

                Bonificações: Como Tratar na Emissão da Nota Fiscal

                No caso de bonificações em mercadorias:

                A bonificação deve ser destacada na nota fiscal, com valor unitário, quantidade e CFOP específico (ex: CFOP 5.910/6.910, Remessa em Bonificação).

                Mesmo sendo gratuita, a mercadoria é tributada normalmente, de acordo com o regime tributário da empresa.

                A empresa não pode destacar o valor como desconto, pois a mercadoria foi de fato entregue.

                Para empresas do Simples Nacional, a receita não entra na base de cálculo desde que devidamente caracterizada e separada.

                Brindes: Incidência de Tributos

                Brindes possuem regras mais rigorosas. Ainda que oferecidos gratuitamente, os tributos incidem normalmente sobre o valor do item:

                ICMS: deve ser recolhido se o brinde for uma mercadoria sujeita a esse imposto, exceto quando não habitual à atividade da empresa.

                IPI: incide se o brinde for produto de fabricação própria.

                PIS/COFINS: incidem normalmente, a depender do regime de apuração (cumulativo ou não cumulativo).

                A entrega de brindes deve ser registrada em nota fiscal própria, com CFOP adequado (5.949 ou 6.949, Outras Saídas), indicando o valor do brinde.

                Créditos Fiscais: Posso Aproveitar?

                No caso das empresas do Lucro Real, há atenção especial com o PIS e COFINS:

                Bonificações em vendas: não geram direito a crédito direto, pois são entregas gratuitas. Contudo, podem ser contabilizadas como custo indireto.

                Brindes: os insumos utilizados na fabricação ou aquisição podem permitir crédito, desde que comprovadamente relacionados à atividade e à promoção comercial.

                Já no ICMS, brindes em geral não permitem o aproveitamento de crédito, especialmente se o item não for utilizado na atividade fim da empresa.

                Riscos Fiscais e Auditorias

                A Receita Federal e os fiscos estaduais têm intensificado a fiscalização sobre práticas comerciais com impacto fiscal. As bonificações disfarçadas de desconto ou brindes sem emissão de documentos fiscais são alvos comuns de autuação.

                Entre os riscos estão:

                Recolhimento retroativo de tributos com multa e juros;

                Perda de créditos tributários apurados incorretamente;

                Penalidades administrativas e impedimento de benefícios fiscais.

                Boas Práticas na Contabilidade e Gestão Fiscal

                Para evitar problemas, é importante adotar:

                Classificação correta das operações de bonificação e brindes;

                Emissão de notas fiscais específicas, mesmo que sem cobrança;

                Registro contábil das operações de forma segregada;

                Consulta periódica ao contador para avaliação tributária de campanhas promocionais;

                Controle interno dos custos envolvidos para mensuração de impactos.

                Conclusão

                O oferecimento de bonificações e brindes é uma prática legítima, desde que respeitados os princípios fiscais e contábeis vigentes. O desconhecimento ou a informalidade na documentação dessas ações pode gerar prejuízos significativos. Por isso, é essencial manter o setor fiscal da empresa alinhado com a contabilidade e sempre atento às normas aplicáveis.

Fonte: Business Informativos.

MUDANÇAS NAS REGRAS DE TRABALHO EM FERIADOS A PARTIR DE JULHO DE 2025: O QUE EMPRESAS E EMPREGADOS PRECISAM SABER

                PORTARIA 3.665/2023 MTE ALTERAÇÃO NAS REGRAS DO TRABALHO EM FERIADOS

                A Portaria nº 3.665/2023, do Ministério do Trabalho e Emprego, está programada para entrar em vigor em 1º de julho de 2025, que regulamenta o trabalho em feriados no comércio.

                A decisão foi publicada no Diário Oficial da União em 20 de dezembro de 2024. Originalmente publicada em novembro de 2023, a Portaria restabelece a legalidade em relação ao trabalho em feriados, considerando que o tema, no caso do comércio, é regulamentado pela Lei nº 10.101/2000, alterada pela Lei nº 11.603/2007. Essa legislação exige que a permissão para o trabalho em feriados seja negociada entre empregados e empregadores por meio de convenção coletiva, além de respeitar as legislações municipais aplicáveis (art. 6º-A). No entanto, no governo anterior, a Portaria nº 671/2021 autorizou o trabalho em
feriados, configurando uma clara ilegalidade, já que a lei prevalece sobre portarias. O trabalho em feriados é um dos temas que mais geram dúvidas entre os empregadores. Afinal, para funcionar nesses dias, as empresas precisam cumprir regras trabalhistas específicas. A Portaria 3.665/2023, traz significativas mudanças nas normas que regulam o trabalho em feriados nos setores de comércio e serviço no Brasil.

                PRINCIPAIS MUDANÇAS DA PORTARIA MTE n.º 3.665/2023

                •Revogação da autorização permanente: A portaria revoga a autorização permanente para o trabalho em feriados no comércio, estabelecida pela Portaria MTE n.º 671/2021.

                •Negociação Coletiva: A portaria estabelece que o trabalho em feriados no comércio só pode ser autorizado mediante negociação coletiva com o sindicato da categoria, garantindo a participação dos trabalhadores e empregadores nas decisões sobre o trabalho em feriados.

                •Impacto no Comércio: A portaria afeta diversas atividades do comércio, incluindo comércio em geral, comércio varejista em geral, comércio em hotéis, varejistas de peixe, carnes frescas e caça, frutas e verduras, aves e ovos, produtos farmacêuticos, comércio de artigos regionais em estâncias hidrominerais, comércio em portos, aeroportos, estradas, estações rodoviárias e ferroviárias, atacadistas e distribuidores de produtos industrializados, revendedores de tratores, caminhões, automóveis e veículos similares.

                •Benefícios para os Empregados: A obrigatoriedade de negociação coletiva garante que os trabalhadores sejam devidamente compensados pelo trabalho em feriados, seja por meio de pagamento adicional ou folgas compensatórias.

                •Respeito à legislação municipal: A Portaria ressalta a importância de respeitar as legislações municipais sobre o trabalho em feriados, o que adiciona uma camada de complexidade para empresas com operações em diferentes munícipios.

                •Importância da Portaria: A portaria busca garantir a legalidade do trabalho em feriados no comércio, restabelecendo a necessidade de negociação coletiva para a permissão do trabalho nesses dias, conforme previsto na Lei nº 10.101/2000, alterada pela Lei nº 11.603/2007.

                EXCEÇÕES:

                Serviços essenciais: A Portaria não afeta o funcionamento de serviços essenciais, como restaurantes, bares, postos de gasolina, hotéis, padarias e outros.

                Feiras livres: A Portaria mantém a permissão para o funcionamento de feiras livres aos domingos e feriados, sem a necessidade de negociação coletiva.

                IMPORTANTE: A portaria não modifica as regras sobre sistemas de controle de ponto eletrônico, reguladas pela Portaria nº 671/2021. Portanto, os sistemas REP-C (Convencional), REP-A (Alternativo) e REP-P (via Programa) permanecem válidos.

                O QUE FOI ALTERADO PELA PORTARIA MTE 3.665/2023?

                A Lei 10.101/2000 permite a realização de trabalho nos feriados, desde que autorizado em convenção coletiva de trabalho (CCT) e observada a legislação municipal (art. 6º-A). Todavia, a vigente Portaria/MTP 671/2021 elenca um rol de atividades do comércio que não necessitam de autorização em norma coletiva, às quais são conferidas uma autorização permanente para o trabalho em feriados (descritas no item II do Anexo IV)

                Nesse contexto, ocorreu que no final do ano de 2023, o MTE publicou a Portaria 3.665/2023, que revogou alguns subitens do referido rol elencado no Anexo da Portaria/MTP nº 671/2021. Com isso, houve a revogação da “autorização permanente” de trabalho em feriados para algumas atividades do comércio.

                ATIVIDADES DO COMÉRCIO QUE ESTAVAM AUTORIZADAS A FUNCIONAR EM FERIADOS PORTARIA 671/2021

                •Varejistas de peixe;

                •Varejistas de carnes frescas e caça;

                •Venda de pão e biscoitos;

                •Varejistas de frutas e verduras;

                •Varejistas de aves e ovos;

                •Varejistas de produtos farmacêuticos (farmácias, inclusive manipulação de receituário);

                •Flores e coroas;

                •Barbearias e salões de beleza;

                •Entrepostos de combustíveis, lubrificantes e acessórios para automóveis (postos de gasolina);

                •Locadores de bicicletas e similares;

                •Hotéis e similares (restaurantes, pensões, bares, cafés, confeitarias, leiterias, sorveterias e bombonerias);

                •Casas de diversões; inclusive estabelecimentos esportivos em que o ingresso seja pago;

                •Limpeza e alimentação de animais em estabelecimentos de avicultura;

                A PARTIR DA PORTARIA 3.665/2023, APENAS AS SEGUINTES ATIVIDADES TÊM AUTORIZAÇÃO PERMANENTE PARA O TRABALHO EM DOMINGOS E FERIADOS

                •Venda de pão e biscoitos;

                •Flores e coroas;

                •Barbearias e salões de beleza;

                •Entrepostos de combustíveis, lubrificantes e acessórios para automóveis (postos de gasolina);

                •Locadores de bicicletas e similares;

                •Hotéis e similares (restaurantes, pensões, bares, cafés, confeitarias, leiterias, sorveterias e bombonerias);

                •Casas de diversões; inclusive estabelecimentos esportivos em que o ingresso seja pago;

                •Limpeza e alimentação de animais em estabelecimentos de avicultura;

                Diante disso, para que essas atividades possam ser realizadas em feriados, tornou-se obrigatória a prévia autorização conferida em CCT, conforme já mencionada disposição do art. 6º-A da Lei 10.101/2000, que será exigida a partir da vigência do ato normativo alterador, isto é, da vigência da Portaria MTE 3.665/2023.

                DIREITO DOS EMPREGADOS E COMPENSAÇÃO

                A portaria busca garantir melhores condições de trabalho para os empregados, especialmente aqueles que trabalham em domingos e feriados. Um dos principais direitos garantidos é a necessidade de compensação adicional pelas horas trabalhadas nesses dias. A forma dessa compensação, que pode incluir o pagamento em dobro ou a concessão de folga compensatória, deverá ser definida por meio da negociação coletiva entre empregadores e sindicatos. A Portaria também visa garantir condições de trabalho justas e equilibradas para os empregados, assegurando que suas necessidades sejam atendidas de forma adequada, o que será definido através do processo de negociação coletiva. A garantia de compensação adicional ou folga reconhece o impacto do trabalho em dias de descanso e busca remunerar ou compensar adequadamente os trabalhadores por essa atividade.

                IMPACTOS PARA AS EMPRESAS

                A nova regulamentação exigirá das empresas um planejamento mais cuidadoso em relação às operações em feriados. Será necessário estabelecer diálogo com entidades sindicais representativas, revisar políticas internas e escalas de trabalho, além de mapear convenções e acordos coletivos vigentes aplicáveis à atividade e à base territorial da empresa.

                1-Obrigatoriedade de negociação coletiva, necessidade de negociação com os sindicatos, para permitir o trabalho em feriados.

                2-Adaptação da rotina de trabalho, controle das suas escalas de trabalho para garantir a conformidade com os acordos coletivos.

                3-Avaliar impactos econômicos e operacionais da limitação de funcionamento em feriados, considerar os efeitos da nova regulamentação sobre as atividades da empresa e planejar ajustes necessários.

                4-Aumento potencial de custo, a negociação coletiva pode resultar em custos adicionais.

                5-Necessidade de monitoramento e fiscalização, precisam estar atentas às mudanças na legislação e aos acordos coletivos, garantindo o cumprimento das obrigações trabalhistas.

                6-Comunicação com os trabalhadores, é importante que as empresas comuniquem aos trabalhadores as mudanças nas regras e condições de trabalho em feriados

                BOAS PRÁTICAS NA ADEQUAÇÃO POR PARTE DA EMPRESA

                A)Elaborar escalas mensais, para garantir o rodízio equilibrado entre os empregados.

                B) Registrar o aceite do empregado, para o trabalho no dia do feriado;

                CONSEQUÊNCIAS DO NÃO CUMPRIMENTO

                O não cumprimento das regras estabelecidas na Portaria nº 3.665/2023 pode acarretar sérias consequências para as empresas dos setores de comércio e serviços. Caso as empresas não obtenham a autorização para o trabalho em feriados por meio de negociação coletiva e continuem operando nesses dias sem o devido acordo, estarão sujeitas a penalidades administrativas aplicadas pela Auditoria Fiscal
do Trabalho, incluindo a aplicação de multas. Além disso, o descumprimento da legislação trabalhista pode aumentar significativamente a exposição das empresas a passivos judiciais, com a possibilidade de serem movidas ações trabalhistas por empregados que se sentirem prejudicados pelo trabalho irregular nos feriados.

                CONCLUSÃO

                A Portaria nº 3.665/2023 introduz mudanças significativas na legislação trabalhista brasileira, marcando uma nova era na regulamentação do trabalho em feriados nos setores de comércio e serviços. A principal alteração reside na obrigatoriedade da negociação coletiva prévia com os sindicatos como condição para a autorização do trabalho nesses dias.

                Todavia, a implementação da portaria demanda cautela e atenção por parte dos empregadores e sindicatos. A obrigatoriedade de autorização por convenção coletiva de trabalho exige negociações transparentes e equilibradas, que garantam não apenas os interesses econômicos das empresas, mas também a proteção dos direitos dos empregados.

                É essencial que os sindicatos estejam preparados para conduzir essas negociações de forma eficaz, garantindo condições dignas para os empregados que atuam em feriados.

                A Portaria MTE nº 3.665/2023 representa uma evolução normativa que valoriza a negociação coletiva e busca conciliar interesses econômicos com a preservação de direitos trabalhistas.

                Estas novas regras representam um marco importante tanto para empregadores quanto para empregados. Para os empregados, há um reforço na proteção de seus direitos, garantindo que o trabalho em dias de descanso seja devidamente compensado e condicionado à negociação coletiva. Para as empresas, surgem novas obrigações, exigindo uma adaptação de suas práticas e a necessidade de estabelecer um diálogo formal com as entidades sindicais. A implementação bem-sucedida destas mudanças demandará atenção, planejamento e colaboração entre todos os setores envolvidos, visando um equilíbrio entre as necessidades empresariais e a garantia dos direitos trabalhistas.

Fonte: Business Informativos.

COMPLIANCE FISCAL E GESTÃO DE RISCOS

                No cenário empresarial atual, marcado por constantes mudanças na legislação tributária e avanços na fiscalização digital, o compliance fiscal tornou-se uma ferramenta essencial para garantir a conformidade legal e a sustentabilidade dos negócios.

                O que é Compliance Fiscal?

                Compliance fiscal refere-se ao conjunto de práticas e procedimentos adotados pelas empresas para assegurar o cumprimento das obrigações tributárias e regulatórias. Isso inclui o correto recolhimento de tributos, a entrega pontual de declarações e a manutenção de registros contábeis precisos. Além de evitar penalidades, o compliance fiscal fortalece a reputação da empresa perante o mercado e os órgãos reguladores.

                Importância da Gestão de Riscos

                A gestão de riscos fiscais envolve a identificação, avaliação e mitigação de possíveis ameaças que possam impactar negativamente a saúde financeira da empresa.

                Entre os principais riscos estão:

                Mudanças na Legislação: Alterações nas leis tributárias que podem afetar a carga tributária da empresa.

                Erros Operacionais: Falhas no cumprimento de obrigações fiscais, como pagamentos incorretos ou atrasados.

                Fraudes e Irregularidades: Atos ilícitos que podem resultar em sanções severas e danos à imagem da empresa. Implementar uma gestão de riscos eficaz permite que a empresa antecipe problemas e adote medidas preventivas, garantindo maior segurança e estabilidade operacional.

                Estratégias para um Compliance Fiscal Eficiente

                Para fortalecer o compliance fiscal e a gestão de riscos, as empresas podem adotar as seguintes estratégias:

                Atualização Contínua: Manter-se informado sobre as mudanças na legislação tributária e adaptar os processos internos conforme necessário.

                Automatização de Processos: Utilizar sistemas integrados que automatizem tarefas fiscais, reduzindo a possibilidade de erros humanos.

                Auditorias Internas: Realizar verificações periódicas para identificar e corrigir possíveis inconsistências nos registros fiscais.

                Treinamento da Equipe: Capacitar os colaboradores para que compreendam a importância do compliance e estejam aptos a cumprir as obrigações fiscais corretamente.

                Cultura de Conformidade: Promover uma cultura organizacional que valorize a ética, a transparência e o cumprimento das normas legais.

                Ao adotar essas práticas, as empresas não apenas evitam penalidades, mas também constroem uma base sólida para o crescimento sustentável e a confiança do mercado.

                Conclusão

                O compliance fiscal e a gestão de riscos são pilares fundamentais para a saúde financeira e a longevidade das empresas. Em um ambiente regulatório cada vez mais complexo, investir nessas áreas é investir no futuro do negócio, garantindo conformidade, eficiência e competitividade.

Fonte: Business Informativos.

A IMPORTÂNCIA DA CLASSIFICAÇÃO FISCAL

              Com o advento, que não é recente, de que praticamente toda a tributação é identificada partindo do código NCM e que a adoção do código incorreto (classificação inadequada) implica em multas e formação de passivo tributário, decorrente de diferenças de impostos, se tornou fundamental classificar as mercadorias corretamente, seja na comercialização interna ou nas importações.

              Centenas de empresas são autuadas diariamente em razão de divergência de código NCM e a grande maioria de forma inesperada, com multas pesadas as vezes, além da obrigatoriedade de recolhimento de valores acumulados nos anos anteriores em razão de diferenças de alíquotas aplicadas ao longo dos anos.

              Classificar uma mercadoria de forma eficiente é um processo que exige cautela e pode levar muito tempo se a mercadoria for complexa ou a variedade de mercadorias for grande. Por essa razão sugerimos que o contribuinte priorize a revisão ou ratificação da classificação fiscal das mercadorias cuja movimentação financeira é maior, afinal a base de cálculo das autuações é sempre sobre esses valores.

              Cada situação exige um tipo de consultoria, seja ela uma revisão, ratificação, classificação, pareceres, estudos ou laudos.

              O importante é ter em mãos a segurança da classificação fiscal.

Fonte: Business Informativos.

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